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terça-feira

18

setembro 2012

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Dias 5, 6 e 7 de outubro – Confira programação de performances do Festival de Arte Digital

Escrito por , Postado em Cursos, Destacadas, Encontros, Eventos, Exibições, Exposições, Festival

francesca fini blind

Em um cenário em que o uso de novas ferramentas e tecnologias influencia a busca, a pesquisa e a experimentação de novas linguagens artísticas, o FAD desponta como um espaço de troca e apresentação de produções, nesse campo, de artistas do Brasil e do mundo. Realizado desde 2007, em Belo Horizonte (MG), o FAD é um festival de arte em mídias digitais, que tem o objetivo de descobrir e apresentar ao público conteúdos artísticos desenvolvidos ou processados, em alguma de suas etapas, por meio da utilização de computadores, softwares, hardwares, celulares, filmadoras, câmeras digitais, dispositivos eletrônicos e/ou digitais. Fugindo do lugar comum das mostras e festivais do gênero, o FAD inova ao dialogar com as manifestações da chamada arte pós-contemporânea. Dessa forma, o Festival, que oferece uma programação gratuita, apoia e contribui para a produção, a realização e a consolidação da arte digital no país.

Durante os dias 5, 6 e 7 de outubro de 2012, uma série de atividades estão agendadas: shows, oficinas, lançamento de livro, simpósio e performances estão previstas.

Aqui você confere a programação das performances do FAD 2012.

- Acidente, de Fernando Velázquez e Francisco Lapetina (Uruguai)

“Acidente” é uma performance audiovisual em sete movimentos, resultado de uma pesquisa sobre as relações culturais entre o Brasil e o Uruguai. Sintonizados na ideia de que a cultura e o imaginário não respeitam os limites do território físico, a obra explora proximidades e contrastes através da fusão de ritmos e imagens frutos de uma pesquisa de campo e de utopias de laboratório.

- Torções, de Marcelo Kraiser, Marco Scarassat e Izabel Stewart (Belo Horizonte/Brasil)

Buscamos uma experiência de engenharia poética que trabalha a partir de estruturas e dispositivos que convertem entre si som, imagens e movimentos. A tensão desta relação é potencializada pelas paisagens sonoras criadas ao vivo a partir de infrainstrumentos e sintetizadores artesanais.

- Asynthome, de Transforma (Alemanha/França)

Uma narrativa solta se desdobra quando uma iconografia visual que sugere mitologias de criação é instigada; luzes emergem da escuridão do palco, “montanhas” são tiradas de um tanque de líquido preto, formas orgânicas aparecem como se vistas através de um microscópio. Ao longo do tempo a linguagem visual evolui para estruturas que sugerem a existência de um sistema mais complexo. O efeito destas imagens estilizadas projetadas é alterado pela visão dos elementos que se desenvolvem de forma aleatória no palco.

- Operators, Transforma (Alemanha/França)

Trabalhando com vídeos gravados em estúdio, Transforma e o artista sonoro Markus Hübner criam um fluxo de sons, música e vídeo onde se mistura o artificial com a realidade. O resultado criado é o seu próprio making of.

- Storm, duVa (São Paulo/ Brasil)

Luiz Duva é videoartista e performer multimídia. Produz imagens e sons para serem vistos em ambientes imersivos em mono ou multi-canais, videoinstalações e composições audiovisuais que são apresentadas em performances de Live Images e de Live Cinema. Seu interesse principal é o de explorar os limites físicos e emocionais do corpo humano através da sua representação videográfica.

- Blind (Roma/ Itália)

“Blind” é uma performance experimental que mistura ‘body-art” e design interativo. O propósito da performance é transportar a plateia a uma dimensão imersiva na qual a performer se torna o veículo de uma experimentação em cores através de sons e visuais interativos.

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