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quinta-feira

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fevereiro 2013

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MARGS inaugura Cromomuseu: Pós-Pictorialismo no Contexto Museológico

Escrito por , Postado em Destacadas, Eventos, Exibições, Exposições

margs-cromomuseu

O Museu de Arte do Rio Grande do Sul, instituição da Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), inaugurou a exposição Cromomuseu: Pós-Pictorialismo no Contexto Museológic, no dia 06 de dezembro de 2012, ocupando com uma mesma mostra todas as oito galerias do museu. A exposição mostra a produção artística brasileira e estrangeira do acervo do MARGS, localizada entre meados do século 19 até a contemporaneidade, com 223 obras de 147 artistas brasileiros e estrangeiros.

A curadoria da exposição é do diretor do MARGS, Gaudêncio Fidelis. A visitação ocorre até 31 de março de 2013, de terças a domingos, das 10h às 19h, com entrada gratuita.

margs-cromomuseu

Centenas de cores e uma galeria invertida

Cromomuseu é formada por uma plataforma museográfica composta por paredes pintadas com centenas de cores sobre as quais serão expostas as obras e uma “galeria invertida”, construída dentro de uma das galerias do MARGS, onde as pinturas serão mostradas com seu verso voltado para o público. Cromomuseu declara temporariamente o fim do chamado cubo branco — o espaço de exposições privilegiado pela modernidade para exibição de obras. Trata-se de um espaço asséptico, branco, inodoro e sem interferência de luz externa, cujo objetivo é isolar a produção artística do mundo real, possibilitando que tudo o que seja exibido naquele espaço torne-se, por essa razão, consagrado como arte. O cubo branco foi assim concebido como uma plataforma ideológica capaz de canonizar as obras da modernidade.

Paraa exposição Cromomuseu, as paredes das galerias foram pintadas com centenas de cores, sobre as quais foram exibidas as obras. Esta não é, portanto, uma exposição prioritariamente sobre a cor como questionamento posto pelas obras, mas sobre o emprego da cor no espaço museológico e como o aparato museológico interfere em nossa percepção. Mais do que isso, trata-se de uma exposição que problematiza a percepção comoum dos mais complexos fenômenos da atualidade. De como ela é constantemente alterada pelos mecanismos de exibição museográfica, pela lógica de exibição de obras adotada por cada um dos projetos curatoriais e pelo modo como cada um desses objetos artísticos é colocado em funcionamento.

Cromomuseu promove a extinção do cubo branco de exposições e impregna as paredes do museu com o universo social e todas as suas perturbações: sinais, logos, cores, sensações, etc. A obra agora não está mais protegida pelo imaculado espaço branco, mas posta no mundo, despregada do universo da arte e solta no universo da cultura. O primeiro pode ser lido como o campo da arte e o segundo como o campo social da cultura.

Vestido Verde, de João Fahrion

Vestido Verde, de João Fahrion

Ao invés do cubo branco, o cromocubo

O Cromocubo constitui-se, porém ,como uma plataforma crítica, ao contrário das ingênuas e decorativas investidas da cor nas paredes do museu. Nesse sentido, o MARGS avança para um universo impregnado pelo conceito de cultura total e inclusiva, utilizando desta vez o mecanismo da cor. Assim, ao incorporar uma diversificada gama de possibilidades colorísticas, o Margs abre um terreno fértil para o universo de programas futuros que a instituição pretende privilegiar, por meio de exposições que incorporem uma maior diversidade de proposições artísticas, capazes de representar a qualidade e a excelência da arte brasileira e estrangeira presente em seu acervo.

O cubo branco é exclusionário e o cromocubo mais inclusivo. O primeiro privilegia as obras primas, o segundo a diversidade de estilos.

Uma organização curatorial Cromolabiríntica

Da mesma forma que as exposições anteriores do MARGS, Cromomuseu adota um modelo não-cronológico de organização curatorial, desta vez chamado de cromolabiríntico, onde o visitante pode percorrer o trajeto das obras de forma não-linear, possibilitando assim a construção de suas próprias vias interpretativas ao estabelecer novas relações históricas e artísticas entre as obras. O “trajeto” é mediado desta vez a partir da cor.

No modelo cromolabiríntico, a cada momento que o visitante vislumbra uma obra na exposição a cor é problematizada introduzindo um movimento visual e uma contaminação do olhar pela cor, em um movimento que podemos chamar de cromoprobabilidade.

A estratégia curatorial faz um recuo temporário em direção à contaminação das paredes do museu pelo excesso da cor, proclamando temporariamente o fim do chamado cubo branco para produzir uma reflexão crítica sobre os modos produtivos de exibição museológica. Cromomuseu é, portanto, uma exposição sobre os modos de exposição, e não uma estratégia recorrente de transfiguração colorística do espaço de exposições que pretende promover qualquer espécie de produtividade decorativa no espaço de exposições. Trata-se de uma abordagem consciente de que o papel da cor no design de exposições deve ser o de propiciar legibilidade para as obras ou, de outro modo, uma visão crítica do aparato das exposições.

O menino do papagaio, Cândido Portinari

O menino do papagaio, Cândido Portinari

A organização curatorial da exposição foi realizada na forma de justaposições e paralelos entre obras de períodos, escolas e gêneros diferenciados, onde uma obra encontra-se sempre ligada à outra e/ou conjunto de obras. No estabelecimento destas relações foram enfatizadas questões conceituais, estéticas, históricas, técnicas e ainda outras abordagens como gênero, classe e abordagens para potencializar e expandir o significado de cada uma das obras presentes. Dando continuidade ao programa de exposições do MARGS instituído nesta gestão, esta é igualmente uma exposição concentrada em obras e não com ênfase em individualidades, salientando a importância de cada uma delas em um campo institucional de produção de conhecimento da produção artística que o museu quer privilegiar.

A exposição trará obras do acervo do MARGS que ainda não foram mostradas, assim como obras canônicas da coleção, conhecidas do grande público.

Divisões conceituais

Cromomuseu foi conceitualmente dividido em oito segmentos distintos, cada um deles apresentando o desenvolvimento de um elenco de problemas conceituais que se articulam ao todo da exposição e apresentados em galerias separadas do museu:

1) CROMOTECA: A EXPERIÊNCIA [Pinacoteca]

A principal área de exposições do MARGS é conhecida tradicionalmente também pelo nome de Pinacoteca. Nesta exposição, esse espaço privilegiado torna-se o centro gravitacional do projeto curatorial e transforma-se em um ambiente de pura cor. É nesse espaço em que o visitante realizará a experiência total da cor através da disposição das obras no espaço extensivamente colorido das paredes do museu e todos os mecanismos de display colocados em funcionamento para exibir obras.Para esse segmento, foi designada a área central do museu pelo caráter emblemático em virtude de sua potencialidade de irradiação simbólica. Todas as paredes e os dispositivos de display foram coloridos com uma variedade de cores, resgatando assim a memória dos projetos de design de exposições feitos anteriormente, constituindo dessa forma a liberação de uma cor recalcada ao longo de uma história de exposições realizada dentro da plataforma do tradicional cubo branco. Entretanto, nesse caso, a cor não é mais celebratória, mas consciente de seu papel político de inclusividade − um multicolorido politizado, podemos assim chamá-lo. Cromoteca é um campo de ação significativamente complexo como espaço expositivo e a experiência propiciada por ele determina um patamar problematizador raramente propiciado por uma exposição que trate exclusivamente da cor como dispositivo da percepção.

2) CROMOFOBIA: A CULTURA [Galeria Aldo Locatelli]

Ao longo da história, a cor foi discriminada em diversos momentos. Muitas vezes, ela foi concebida como excessivamente feminina, kitsch, fora de moda, carnavalesca, de mau gosto. A produção artística contemporânea mudou radicalmente nossa percepção em direção à cor, tornando-a acessível à convivência cotidiana, alargando nossa percepção de uma variedade de tonalidades e promovendo, em muitos aspectos, a criação de cores nunca antes imaginadas. O processo de democratização da cor não só a elevou a um status de grande significado no campo da experiência, como também expandiu nossa capacidade de ver para muito além de quaisquer limitações culturais. Para esse segmento, foi escolhida a cor branca para as paredes, somada a obras que a adotaram como desinteresse ou negação da cor, e também com o objetivo de promover uma descaracterização da ideologia da cor. Aqui, certa assepsia ronda o espaço expositivo, que pode ser definido como aquele que se convencionou chamar de “o tradicional cubo branco”, com sua ausência de interferência de luz, cor ou cheiro. Considerando ainda o espaço da Pinacoteca com suas superfícies excessivamente coloridas, a galeria Aldo Locatelli e as Salas Negras oferecem dois pontos equidistantes de experiência do espaço expositivo tanto em termos de complementaridade quanto de oposição.

3) CROMOCOR: A POLÍTICA [Galeria Iberê Camargo]

O uso da cor no ambiente social é produto de séculos de convenções culturais estabelecidas, que mudam em maior ou menor grau de acordo com as diversas sociedades e com as experiências culturais de cada grupo de indivíduos. Nesse sentido, a cor torna-se política. A arte refletiu essas mudanças mais do qualquer outro ramo do conhecimento, e a cor empregada nos objetos artísticos mostra os desafios que a arte vem assinalando no âmbito das mais variadas proposições criativas na contemporaneidade. O ingresso da cor no universo social − ou uma socialização da cor, por assim dizer − atingiu seu ápice no Brasil através dos parangolés de Hélio Oiticica, em que o gesto do artista libertou as características reprimidas da cor e liberou-as no espaço público.

4) CROMOCUBO: A IDEOLOGIA [Galeria Ângelo Guido]

A experiência da arte não pode ser desvinculada do tradicional “cubo branco”, como ficou conhecido o consagrado espaço de exposições da modernidade. Sua capacidade de consagrar a arte moderna e transformá-la no espaço privilegiado de veiculação da arte contemporânea tem-se mostrado quase uma norma quando se trata de exibir a produção artística da atualidade. A transformação do cubo branco em um espaço multicolorido para uma exposição representa a subversão das premissas de canonização da produção da obra de arte, permitindo conceber o espaço de exposições como tendo uma relação mais estreita entre arte e vida. De modo geral, Cromomuseu constitui uma proposta que busca expandir os limites da experiência da cor para além dos limites do espaço expositivo. Concebida como uma proposição inclusiva de caráter prescritivo, a exposição configura-se como um campo de ação de grande extensão conceitual ao estender a plataforma de configuração para todo o museu. Assim como anteriormente a exposição O Museu Sensível: Uma Visão da Obra de Artistas Mulheres na Coleção do MARGS apontava uma configuração “frágil” para o organismo museológico, na medida em que assinalava suas lacunas ao ter colecionado a produção de artista mulheres, Cromomuseu, agora um museu cromático, determina uma instituição impregnada pela cor, expressa através de sua fenomenologia.

5) CROMOFORMA: O ESPAÇO [Galeria Oscar Boeira]

A cor é um elemento capaz de alterar nossa percepção da forma e, por consequência, da realidade. A arte, mais do que qualquer outra manifestação da produção e do conhecimento, explorou tal possibilidade em suas experiências. Outras esferas da produção,comoa arquitetura e a tecnologia de produtos, também o fazem com igual relevância. A cor e suas relações espaciais têm tido aspectos de grande significado ao longo da história da humanidade. Para esse segmento, foram escolhidas obras em que a cor − ou a sua ausência manifesta − é um de seus componentes mais significativos, definindo claramente uma abordagem da maneira como subjugou as relações construtivas do trabalho à sua intenção colorística.

6) CROMODRAMA: A EXPRESSÃO [Galeria Pedro Weingartner]

A cor é uma das mais conhecidas vias de manifestação de expressão na arte e na cultura. A dramatização da cor como mecanismo de expressão representa um dos mais significativos fenômenos da história da arte e atravessa todos os seus períodos, seja por seu excesso, seja por sua ausência. Esse segmento pretende explorar a experiência dramática e expressiva da cor através da conexão entre as cores encontradas nas obras e o espaço colorido que foi construído para abrigá-las. Nesse sentido, o museu tornar-se o espaço privilegiado para investigar o potencial expressivo da arte no campo do aparato expositivo.Para esse segmento, foram escolhidas obras em que a cor é essencialmente expressiva, associada ao colorido dramático das paredes.

7) CROMOFAGIA: A ABSORÇÃO [Galeria João Fahrion]

Ao longo dos séculos, a cor tem sido absorvida de diversas maneiras. As diferentes convenções culturais elevaram ou relegaram as cores a diferentes status. A cultura contemporânea mais recente assumiu a cor como um dispositivo de democratização das relações de interatividade, experiência e celebração. Ela passa a ser absorvida em sua integridade sob uma perspectiva mais democrática. A definição que passa pela absorção designa um espaço mais público para a visibilidade das obras: a cor absorvida no espaço público. Para esse segmento, foi criada uma “galeria invertida”, onde obras de diversos períodos estão dispostas para o lado de fora do museu em direção ao espaço externo: a sala de exposições mostra-se agora virada pelo avesso.

8) CROMONOMIA: A AUSÊNCIA [Salas Negras]

A restrição à cor representa uma perda material; porém, para a experiência estética, ela significa um acréscimo de grande significado. Obras monocromáticas significaram uma radicalização do espaço pictórico desde o seu advento no início dos anos de 1950. Para esse segmento, foram escolhidas predominantemente obras monocromáticas nas cores preto e branco, que constituem o estágio mais radical da experiência monocromática na obra de arte. A economia política do monocromo presumia a supressão da variedade colorística com o objetivo de obter um ganho de impacto pela concentração máxima da intensidade da cor. Contudo, essas não são obras monocromáticas puras, mas híbridas, já que a arte brasileira raramente produziu obras monocromáticas radicais, mas quase sempre com a contaminação de outra cor, mesmo que algumas vezes esta fosse praticamente imperceptível. Cromonomia introduz uma série de questões relativas a uma economia do monocromo e à sua emblemática existência no campo da arte.

Coleção Arte Estrangeira Contemporânea

O Museu de Arte do Rio Grande do Sul inaugura, por ocasião da exposição Cromomuseu, a Coleção de Arte Estrangeira Contemporânea com a inclusão no acervo de oito obras do artista americano Peter Fox, participante da exposição.

Em dezembro do ano passado o MARGS inaugurou sua coleção de design e a abertura no acervo de uma coleção de arte contemporânea estrangeira demonstra a intenção do MARGS de qualificar progressivamente o seu acervo. A divisão do acervo em coleções distintas, com a criação de outras divisões ainda não existentes, encaminha o museu para uma futura divisão da instituição em departamentos curatoriais.

Peter Fox nasceu na Filadélfia em 1962 e trabalha e reside em Nova Iorque. Suas pinturas podem ser descritas como se situando na confluência da POP e arte óptica, demarcando uma geometria flexível que faz uso da imagem como uma referência ao método Pollokiano de abordagem do campo pictórico.

CROMOGLOSSÁRIO

São listados a seguir alguns termos que constituem uma plataforma de articulação conceitual para o exercício da experiência através da exposição Cromomuseu:

Cromocatálogo: catálogo de uma exposição do cromomuseu.

Cromocentro: os vários centros que compõem o cromomuseu.

Cromocritério: critérios de escolhas mediados pela relação entre a obra e o espaço colorido do cromomuseu.

Cromocubo: versão diametralmente oposta ao cubo branco.

Cromocultura: programa voltado para uma política cultural baseada na legitimidade da lógica colorístca e em princípios da diversidade cultural.

Cromocuradoria: projeto curatorial realizado a partir de um raciocínio que envolve critérios e conceitos sobre a cor.

Cromodisplay: display colorido para a exibição de obras.

Cromodiversidade: posição política que demarca uma consciência de abertura e de inclusão em relação ao outro.

Cromodrama: situação dramática criada a partir do uso de diversas tonalidades de grande intensidade cromática.

Cromoescolha: possibilidade de escolher vias interpretativas que sejam, em última instância, mediadas pela cor, seja aquela propiciada pelo espaço de exposições, seja aquela oferecida pelas obras.

Cromoética: ramo da ética baseado em uma disposição moral da cor no universo da cultura.

Cromoexperiência: experiência através da cor.

Cromofagia: ato de absorção através da cor.

Cromofobia: medo das cores.

Cromogovernança: filosofia administrativa que considera a interconexão entre os diversos campos da experiência e do conhecimento como modelo para uma administração eficiente e produtiva.

Cromoideologia: ideologia da cor.

Cromoindivíduo: aquele que se deixa contaminar e contagiar pela cor como possibilidade de experiência.

Cromolabiríntico: modelo que considera a diversidade de vias de acesso, eliminando a linearidade e a cronologia.

Cromológica: lógica da cor.

Cromomuseu: espaço museológico mediado espacialmente e temporalmente através da cor.

Cromoobra: obras que se encontram no cromomuseu.

Cromoperiferia: as várias periferias que compõem o cromomuseu.

Cromopolítica: política da cor.

Cromopostura: comportamento com características cromáticas baseado na cor como filosofia política, o que implica uma postura inclusiva e diversa.

Cromoprocedimento: qualquer procedimento realizado através da reflexão da cor.

Cromopublicação: uma publicação realizada pelo cromomuseu.

Cromopostagem: postagem em redes sociais sobre o cromomuseu.

Cromoteca: pinacoteca colorida.

Lista de artistas participantes:

AdoMalagoli – (Araraquara/SP, 1906 – Porto Alegre/RS, 1994)

Alberto Bitar – (Belém/PA, 1970)

Aldo Locatelli – (Villa d’Almé, Bérgamo/Itália,1915 – Porto Alegre/RS, 1962)

Alessandro Amorin – (Caxias do Sul/RS, 1970)

Alfredo Nicolaiewsky – (Porto Alegre/RS, 1952)

Alice Brueggemann – (Porto Alegre/RS, 1917-Porto Alegre/RS, 2001)

Almandrade – (São Felipe/BA, 1953)

André Petry – (Porto Alegre/RS, 1961)

Anestor Tavares – (Camaquã/RS, 1921)

Angelina Agostini  – (Rio de Janeiro/RJ, 1888 – 1973)

Angelo Guido – (Cremona/Itália,1893 – Pelotas/RS,1969)

AnicoHerskovits – (Montevidéu/Uruguai, 1948)

Antônio Caringi – (Pelotas/RS, 1905 – 1981)

Arthur Timótheo da Costa – (Rio de Janeiro/RJ, 1882 – 1923)

Berenice Gorini – (Nova Veneza/SC, 1941)

Britto Velho – (Porto Alegre/RS, 1946)

Bustamante Sá – (Rio de Janeiro/RJ, 1907 – 1988)

Camila Schenkel  – (Porto Alegre/RS, 1982)

Camila Sposati – (São Paulo/SP, 1972)

Cândido Portinari – (Brodowski/SP, 1903 – Rio De Janeiro/RJ, 1962)

Carlos Alberto Oliveira – (São Leopoldo/RS, 1951)

Carlos Asp – (Porto Alegre/RS, 1949)

Carlos Fajardo – (São Paulo/SP, 1941)

Carlos Krauz – (Porto Alegre/RS, 1958)

Carlos Pasquetti – (Bento Gonçalves/RS, 1948)

Carlos Petrucci – (Pelotas/RS, 1919 – Porto Alegre/RS, 2012)

Carlos Scliar – (Santa Maria/RS, 1920 – Rio de Janeiro/RJ, 2001)

Carlos Wladimirsky – (Porto Alegre/RS, 1956)

Cibele Vieira – (Porto Alegre/RS, 1973)

Cláudio Tozzi – (São Paulo/SP, 1944)

Cristina Balbão – (Porto Alegre/RS, 1917 – 2007)

Crocco Studio Design – Heloísa Crocco (Porto Alegre/RS, 1949) e shaper Henrique Ogro Peroni (Porto Alegre/RS, 1981)

Daniel Escobar – (Santo Ângelo/RS, 1982)

Danielle Fonseca – (Belém/PA, 1975)

Didonet Thomaz – (Bento Gonçalves/RS, 1950)

Dione Veiga Vieira – (Porto Alegre/RS, 1954)

Dirnei Prates – (Porto Alegre/RS, 1965)

Dudi Maia Rosa – (São Paulo/SP, 1946)

Edgar Koetz – (Porto Alegre/RS, 1914 – 1969)

Eduardo Cruz – (Ilhéus/BA, 1943)

Eduardo Haesbaert – (Faxinal do Soturno/RS, 1968)

Elaine Tedesco – (Porto Alegre/RS, 1963)

Eleonora Fabre – (Sobradinho/RS, 1951)

Eliseu Visconti – (Villa di Santa Caterina, Giffoni Valle Piana/Itália, 1866 – Rio de Janeiro/RJ, 1944)

Emiliano Di Cavalcanti – (Rio de Janeiro/RJ, 1897 – 1976)

Enio Lippmann – (Rio Pardo/RS, 1936)

Ernst Zeuner – (Zwickau/Alemanha, 1898 – Porto Alegre/RS, 1967)

EstephanioFussbach – (Alemanha, 1928 – Campo Bom/RS, 2006)

Fernando Corona – (Santander/Espanha, 1895 – Porto Alegre/RS, 1979)

Fernando Lindote – (Santana do Livramento/RS, 1960)

Fernando Veloso (Curitiba/PR, 1930)

Flávia Fernandes – (São Paulo/SP, 1956)

FlavyaMutran – (Marabá/PA, 1968)

Francisco Stockinger – (Traun/Áustria, 1919 – Porto Alegre/RS, 2009)

Frank Schaeffer – (Belo Horizonte/MG, 1917 – Rio de Janeiro/RJ, 2008)

Frantz – (Rio Pardo/RS, 1963)

Franz Van Lenbach – (Schrobenhausen/Alemanha, 1836 – Munique/Alemanha, 1904)

Gastão Hofstetter – (Porto Alegre/RS, 1917 – 1986)

Gilberto Perin – (Guaporé/RS, 1953)

Gilda Vogt – (Rio de Janeiro/RJ, 1953)

Gisela Waetge – (São Paulo/SP, 1955)

Glauco Pinto de Moraes – (Passo Fundo/RS, 1928 – São Paulo/SP, 1990)

Glauco Rodrigues – (Bagé/RS, 1929 – Rio de Janeiro/RJ, 2004)

Guignard – (Nova Friburgo/RJ, 1896 – Belo Horizonte/MG, 1962)

Hans Steiner – (Graz/Áustria, 1910 – Gorizia/Itália, 1974)

Heitor dos Prazeres – (Rio de Janeiro/RJ, 1898 – 1966)

Heloisa Schneiders da Silva – (Porto Alegre/RS, 1955 – 2005)

Henrique Fuhro – (Rio Grande/RS, 1938 – Porto Alegre/RS, 2006)

Henry Geoffroy – (Marennes/França, 1853 – Paris/França, 1924)

Hilda Mattos – (Pelotas/RS, 1928)

Iberê Camargo – (Restinga Seca/RS, 1914 – Porto Alegre/RS, 1994)

Ilsa Monteiro – (Porto Alegre/RS, 1925)

Iole de Freitas – (Belo Horizonte/MG, 1945)

JoVigiano – (Pelotas/RS, 1955)

João Câmara – (João Pessoa/PB, 1944)

João Fahrion – (Porto Alegre/RS, 1898 – 1970)

João Vogt – (Rio de Janeiro/RJ, 1956 – 1996)

Jorge Meditsch – (Porto Alegre/RS, ? )

José de Souza Pinto – (Ilha Terceira/Açores, 1856 – Porto/Portugal, 1939)

José Lutzenberger – (Altötting/Alemanha, 1882 – Porto Alegre/RS, 1951)

Joseph Bail – (Limonest/França, 1862 – Paris/França, 1921)

KarinLambrecht – (Porto Alegre/RS, 1957)

KarolyPichler – (Budapest/Hungria, 1916 – Áustria, 1982)

Keyla Sobral – (Belém/PA, 1975)

Laura Belém – (Belo Horizonte/MG, 1974)

Leandro Machado – (Porto Alegre/RS, 1970)

Leda Flores – Porto Alegre/RS, 1917)

Lenir de Miranda – (Pedro Osório/RS, 1945)

Leopoldo Gotuzzo – (Pelotas/RS, 1887 – Rio de Janeiro/RJ, 1983)

Leopoldo Plentz – (Porto Alegre/RS, 1952)

Libindo Ferraz – (Porto Alegre/RS, 1897-1951)

LiciêHunsche – (Porto Alegre/RS, 1924)

Luciana Knabben – (Blumenau/SC, 1978)

Lucila Vilella – (São Paulo/SP, 1978)

Luiz Carlos Felizardo – (Porto Alegre/RS, 1949)

Luiz Gonzaga – (Júlio de Castilhos/RS, 1940)

Luiza Prado – (Porto Alegre/RS, 1914)

Lygia Pape – (Nova Friburgo/RJ, 1927 – Rio de Janeiro/RJ, 2004)

Mara Álvares – (Porto Alegre/RS, 1950)

Marcos Sari – (Porto Alegre/RS, 1942)

Maria Di Gesu – (MoranoCalabro/Itália, 1928)

Maria Lídia Magliani – (Pelotas/RS, 1946)

Maria Tomaselli (Innsbruck/Áustria, 1941)

Mário Cravo – (Salvador/BA, 1923)

Mário Röhnelt – (Pelotas/RS, 1950)

MarliesRitter – (Porto Alegre/RS, 1941)

Marta Loguércio – (Bagé/RS, 1943)

Martin Streibel – (Porto Alegre/RS, 1952)

MayanaRedin – (Campinas/SP, 1984)

Milton Kurtz – (Santa Maria/RS, 1951 – Porto Alegre/RS, 1996)

Mira Schendel – (Zurique/Suíça, 1919 – São Paulo/SP, 1988)

NapoleoneGrady – (Santa Cristina/Itália, 1860 – Varese/Itália, 1949)

Neusa Poli Sperb – (Porto Alegre/RS, 1946)

Nina Roosevelt – (São Luís do Maranhão/MA, 1933)

Oscar Boeira – (Porto Alegre/RS, 1883 – 1943)

Oscar Lippe – (Bolívia, 1960)

Oscar Pereira da Silva – (São Fidélis/RJ, 1867 – São Paulo/SP, 1939)

Pablo Fabish – (Berlim/Alemanha, 1903 – Buenos Aires/Argentina, 1973)

Paulina Eizirik – (Varsóvia/Polônia, 1921)

Paulo Flores – (Porto Alegre/RS, 1926 – Santa Maria/RS, 1957)

Paulo Osir – (São Paulo/SP, 1890 – 1959)

Paulo Porcella – (Passo Fundo/RS, 1936)

Paulo Roberto Leal – (Rio de Janeiro/RJ, 1946 – 1991)

Pedro Weingärtner – (Porto Alegre/RS, 1853 – 1929)

Peter Fox – (Filadélfia/ USA, 1962)

Plínio Bernhardt – (Cachoeira do Sul/RS, 1927 – Porto Alegre/RS, 2004)

Rafael Pagatini – (Caxias do Sul/RS, 1985)

Roberto Cidade – (Caçapava do Sul/RS, 1939 – Torres/RS, 2011)

Rodolfo Garcia – (Montenegro/RS, 1931)

RomanitaDisconzi – (Santiago/RS, 1940)

Rommulo Vieira Conceição (Salvador/BA, 1968)

Rosa Bonheur – (Bordeaux/França, 1822 – Melien/França, 1899)

Saint Clair Cemin – (Cruz Alta/RS, 1951)

Sandro Ka – (Porto Alegre/RS, 1981)

Sonia Ebling – (Taquara/RS, 1918 – Rio de Janeiro/RJ, 2006)

Suely Anna Kelling – (São Pedro do Sul/RS, 1939)

Suzana Sommer – (Porto Alegre/RS, 1944)

TaniaResmini – (Santana do Livramento/RS, 1951)

Teresa Poester – (Bagé/RS, 1954)

TetiWaldraff – (Sinimbú/RS, 1959)

Trindade Leal – (Santana do Livramento/RS, 1927)

Vasco Prado – (Uruguaiana/RS, 1914 – Porto Alegre/RS, 1998)

Vitório Gheno – (Muçum/RS, 1923)

Wilbur Olmedo – (Cachoeira do Sul/RS, 1920 – Porto Alegre/RS, 1998)

Wilson Alves – (Porto Alegre/RS, 1948)

Wilson Cavalcante – (Pelotas/RS, 1950)

Yutaka Toyota – (Yamagata/Japão, 1931)

Cromomuseu: Pós-Pitorialismo no Contexto Museológico é uma iniciativa do Museu de Arte do Rio Grande do Sul, instituição da Secretaria de Estado da Cultura do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, com organização e produção do museu. A exposição conta com o patrocínio das tintas Killing e apoio adicional da Associação dos Amigos do MARGS (AAMARGS), Arteplantas, Celulose Sulriograndense e Universidade Estadual do Rio Grandedo Sul (UERGS).

Serviço:

O que: Cromomuseu: Pós-Pictorialismo no Contexto Museológico

Quando: 06 de dezembro de 2012 a 31 de março de 2013

Abertura oficial: 06 de dezembro de 2012, às 19h

Visitação: de terças a domingos, das 10h às 19h

Onde: MARGS (Praça da Alfândega, s/n)

Telefone: (51) 3227.2311

Email: www.margs.rs.gov.br

@Divulgação

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