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quarta-feira

10

abril 2013

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“Obra como Arquivo | Arquivo como Obra”, na Luciana Brito

Escrito por , Postado em Eventos, Exibições, Exposições, Exposições em São Paulo

obra como arquivo luciana brito

Obra como Arquivo | Arquivo como Obra abre no dia 5 de abril, entre 10.30h e 12h, na Luciana Brito Galeria.

obra como arquivo luciana brito

Com os artistas:
Anthony McCall, Caio Reisewitz, Eder Santos, Fabiana de Barros & Michel Favre, Geraldo de Barros, Héctor Zamora, Leandro Erlich, Liliana Porter, Lucas Bambozzi, Marina Abramovic, Mônica Nador, Pablo Lobato, Rafael Carneiro, Raphaël Zarka, Regina Silveira, Ricardo Basbaum, Rochelle Costi, Ronaldo Grossman e Waldemar Cordeiro.

Curadoria de Cauê Alves

O objetivo é fugir do conceito de uma exposição de arte convencional e oferecer uma oportunidade de disponibilizar meios para entender melhor o processo de criação do artista.

Mais do que complementar o espaço expositivo, a mostra reúne os artistas representados pela galeria através de um projeto curatorial simbiótico que aproveita todos os ambientes criados e permite ao público se apropriar das áreas de convivência para interagir e apreciar.

O ato de arquivar implica em não apenas registrar eventos, mas também em produzir memória. Tudo o que é conservado pressupõe o que é descartado, ou seja, só há lembrança porque há o esquecimento e só se guarda o que naturalmente já passou por um crivo seletivo. Cauê Alves seguiu essa teoria para desenvolver e por em prática o projeto curatorial que demandou trabalhos diversos que tanto se referem a acontecimentos passados como foram desenvolvidos por projetos futuros. São eles: invenções, construções poéticas, pesquisas e resultados de exercícios de autocompreensão dos próprios artistas.

“As obras selecionadas não traduzem uma história objetiva, ao contrário, elas se afastam de qualquer pretensão de uma verdade positiva. As classificações e ordenações da mostra são deliberadamente subjetivas e transitórias. Uma possibilidade de futuro ou de memória”, explica o curador. Para ele, os “arquivos” empreendidos na mostra devem ultrapassar os limites históricos. Apesar da ordenação dos fatos e informações sugerir poder e domínio, a configuração de Obra como arquivo. Arquivo como obrar representa uma ordem provisória e efêmera, um ‘arquivo’ que não possui hierarquizações estáveis. “Não se trata de conceber o ‘arquivo’ apenas como referência ou fonte de consulta, mas como o próprio trabalho de arte”, explica.

Entre os participantes estão quatro indicados ao PIPA. Veja suas páginas para conhecer mais sobre suas carreiras e trabalhos:

Hector Zamora
Pablo Lobato
Rafael Carneiro
Ricardo Basbaum

Serviço:

Luciana Brito Galeria

R. Gomes de Carvalho, 842 – Itaim Bibi, São Paulo, 04547-003

(11) 3842-0634

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