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terça-feira

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outubro 2011

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Próteses ajudam animais a recuperarem os movimentos de membros amputados

Escrito por , Postado em Próxima Natureza

O ser humano, ao adotar um animal, mostra sua preferência por aqueles que sejam perfeitos e sadios. De fato, não é comum vermos animais com membros amputados. Contudo, o desenvolvimento da biotecnologia tem possibilitado ao homem criar oportunidades para os animais “inválidos”, proporcionando-lhes uma vida sadia e normal como a qualquer um de sua espécie. Para tal, próteses têm sido desenvolvidas a fim de permitir aos animais com membros amputados recobrar os movimentos. A revista Wired de outubro apresenta histórias comoventes de animais que, após a colocação das próteses, levam uma vida normal.

Molly foi abandonada após a passagem do furacão Katrina. Teve a pata amputada após sofrer um ataque de um pit bull. Atualmente usa uma prótese feita de acrílico, alumínio e fibra de vidro criada pelo veterinário Sod Gary, da Universidade do Estado da Luisiana.

A história de superação deste golfinho é tema do filme “Conto de Golfinho”, já em exibição nos cinemas. Por azar caiu em uma armadinha para caranguejos o que afetou sua circulação. Como resultado perdeu a cauda e duas vértebras. Hoje o golfinho usa uma prótese que reconstitui o movimento da cauda.

Penny teve a pata amputada a causa de um câncer nos ossos. A prótese de espuma forrada, termoplástico, nilon e velcro possibilita realização de movimentos normais, sem o risco de ficar agarrado a qualquer obstáculo, tais como os degraus de uma escada.


Chrisie recebeu uma prótese similar aquela colocada no golfinho. A ave teve de amputar a pata depois que uma bola de golf acertou sua pata, quebrando seus ossos. O salvador de Chrisie se chama Lee Fox, diretor de Salvemos Nossas Aves Marinhas, localizado em Sarasota, Flórida. Cansado de aplicar eutanásia em aves com o mesmo problema, ao saber da história do golfinho, convidou o responsável pelo implante para ajudar a recuperar suas aves.


Zeus perdeu a pata quando foi atacado por outro cachorro. Quando foi atacado, Zeus tinha, então, cinco meses. O veterinário lhe deu 50% de possibilidades de sobrevivência. Seu dono, não satisfeito, levou-o ao veterinário Marcelino-Little que procedeu um implante osteointegrado a uma prótese, oferecendo ao animal uma melhor mobilidade e um andar natural.

– Via @Wired

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